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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Mas a vida segue e nós seguimos.


Sem sinopses, as coisas continuam acontecendo 
e não irão parar pra gente consertar o que tá errado. 
O que vem pela frente é simplesmente 
fruto das nossas escolhas.
Ação causa reação. 
Aceite, entenda e lide com isso. 
É a lei da vida. (Não de Murphy.) 
Pare de se lamuriar 
e pense no que você escolheu pra VOCÊ. 

Paolla Milnyczul

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Não ando para muita sutileza.


Deixei de ler entrelinhas. 
Não por querer, mas por pura falta de paciência
em decifrar o que poderia ter sido dito mas não foi. 
Ando muito literal, e sem muitas reticências.
To numa fase que é o preto no branco, 
os devidos pingos nos devidos "is". 
Perdoem a falta de sensibilidade, o desassossego,
a pressa, a impaciência, a secura e a frieza.
Um dia passa.
A gente reaprende o jeito.

Paolla Milnyczul

terça-feira, 1 de março de 2016

Hoje tudo o que eu quero é silêncio.


 Silêncio na rua, no trabalho,
 no coração que bate algo demais.
 Não estou a fim de falar com muitas pessoas - 
só aquelas que são muito importantes pra mim.
 Tudo porque tenho um sério problema em 
externar sentimentos, sejam eles bons ou ruins.
 Pelo simples fato de que pouca gente me entende. 
Eu externo meus sentimentos de um modo confuso,
 sem eloquência, sem habilidade de comunicação
 - sai tudo desconexo e infantil.
 Falo pouco sobre eles pois quase ninguém entende. 
Pareço fria. Mas sinto tanto tudo.
Tanto!...

Paolla Milnyczul

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Silêncio agora é raridade.


O mundo é barulhento demais:
carros pra todos os lados,
 celulares que apitam de minuto em minuto,
 televisões altas demais, 
gente que fala aos berros.
Eu, em meio à multidão barulhenta, 
entro em pânico: 
preciso de paz aos ouvidos 
pra poder me restabelecer inteira, 
corpo, mente e espírito.
Silêncio virou artigo de luxo.
A humanidade anda meio surda.

Paolla Milnyczul

sábado, 17 de outubro de 2015

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Levo as coisas no humor...

No sorriso, no cinismo, no sarcasmo,
que é pra não enlouquecer. 


Para me proteger deste mundo louco.

Paolla Milnyczul

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Nasci do lado avesso.


Cresci e confundi a parte de dentro com a de fora.
Eu sou é um exagero de intensidade!

Paolla Milnyczul

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Cada qual sabe da sua dor.


O que em alguns não dói tanto, 
em outros dilacera.
Assim é a vida, nos testando 
quanto peso podemos suportar.

Paolla Milnyczul

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Ninguém sai da minha vida à toa, por acaso.


 A questão crucial é que, quando eu tô machucada,
quando eu tô triste, quando eu vejo que não me cabe mais
 - pessoas, lugares - eu viro as costas e sigo a vida.
Não converso, para não criar climas confusos
 e falar palavras impróprias que machucam mais ainda,
pois sou explosiva em determinados momentos.
 Então eu simplesmente me vou. Em silêncio.
Continuo como sempre fui: Silenciosa.
 Silenciosa no chegar. Silenciosa no partir.
 Parti para não mentir para a minha própria alma,
para o meu próprio coração. Não quero guerra.
 Nem algo que chegue perto disso.
Não sou inimiga de ninguém, mas sou a minha melhor amiga.
 E preciso ser sincera comigo mesma.

Paolla Milnyczul

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Estou agora mais afastada...

Falando menos, me abrindo menos,
 me expondo menos.


Tentando viver mais, amar mais,
 me entender mais sem precisar me expor demasiadamente,
sem dar tanto a cara a tapa.
Entre os 'mais' e os 'menos' da vida,
 menos às vezes é mais.

Paolla Milnyczul