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quarta-feira, 10 de junho de 2020

Quero sempre o voo mais alto...

A vista mais bonita, o beijo mais doce.


Tenho um coração que quase me engole, 
uma força que nunca me deixa
e uma rebeldia que às vezes me cega. 
Tenho um jeito de viver selvagem, 
mas sou mansa com quem merecer.

Fernanda Mello

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Alguém me responde:

Qual o maior mistério do mundo?
O coração de uma mulher ou o mar?


Vai e vem. Vem e vai.
Correntes. Tempestades. Calmarias.
Chego a uma conclusão natural (quase infantil):
o mar é feminino.

Fernanda Mello

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Se não deu certo, apague e recomece.


 Esqueça o que ficou, esqueça a culpa, a falta de plano. 
Esqueça a dúvida, o que foi quase engano.
 Apague e recomece. 
É sempre hora de mudar, de virar a página e se reinventar.
Mesmo que doa, aprender não é um processo à toa.

Fernanda Mello

terça-feira, 20 de junho de 2017

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A vida não está fácil.

Nem pra mim, nem pra você, nem pra ninguém.


Só que hoje eu tirei o dia pra agradecer.

Fernanda Mello

segunda-feira, 6 de março de 2017

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

A gente não ama do mesmo jeito todo dia.


Tem dia que o amor vira raiva.
Vira tristeza.
Vira cansaço.
Vira mágoa.
Vira pão com ovo.
Vira cara emburrada.
Tem dia que o amor parece qualquer coisa
_MENOS AMOR.

Esses dias são os mais perigosos,
ou, talvez, difíceis.
Porque o amor pode parecer não ser,
MAS AINDA É.
E deixá-lo ir pode ser um caminho sem volta.

Fernanda Mello

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Vamos encarar a realidade?


Vamos colocar os pingos nos is?
 Se você não está feliz, o problema é seu. 
Sim, meu amigo, sinto dizer. O problema é seu.
 (Única-e-exclusivamente seu).
 O problema não é meu. O problema não é dele.
 O problema não é do destino. Nem da novela-das-oito. 
A pior coisa no mundo (e mais covarde também)
 é distribuir culpas e se tornar vítima
 do próprio sofrimento.
 Mas não te culpo. Nós crescemos assim.
Jogamos a responsabilidade de ser feliz 
nas mãos dos outros. 
Vai dizer que não? 
Vai dizer que você nunca disse a eterna frase
 dos acorrentados: 
a culpa não é minha!!!! 
Ah, sei... 
Se a vida é sua, a culpa de você estar aí, 
decepcionado, inquieto, cheio de raiva no coração
 é das pessoas que inexplicavelmente 
se voltaram contra você? 
Sinto te informar que não. A culpa é sua, sim. 
Aceite. Aceite sua culpa como sua máxima verdade. 
Tome-a nos braços. 
Você é culpado pela sua infelicidade. 
Pela sua felicidade. 
Pelo que você faz e recebe da vida. 
Decorou? Então tome nota.
 O que você plantou, estará na sua mesa.

Fernanda Mello

quinta-feira, 3 de abril de 2014

quarta-feira, 2 de abril de 2014

segunda-feira, 31 de março de 2014

Deletar. Reformatar. E Reinstalar.


Nada melhor que fazer isso no computador.

 E NA VIDA.


Fernanda Mello

Eu preciso aprender a ser menos.


Menos dramática.
 Menos intensa. 
Menos exagerada.
Alguém já desejou isso na vida ser menos?
Pois é.
 Estranho.
 Mas eu preciso.

Fernanda Mello

sábado, 29 de março de 2014

Ah, vou contar uma coisa...


Depois de muitos aniversários,
 descobri que ganhei muito mais do que perdi.
 Com o passar dos anos, fiquei mais corajosa.
 Mais segura. Mais esperta. Mais sábia. Mais seletiva.
 E mais feliz.
 Perdi minhas vergonhas.
Minhas inseguranças (não todas, mas muitas delas).
E perdi também o medo de dizer o que penso.

Fernanda Mello

domingo, 2 de março de 2014

Mas eu sinto, sabe? Sinto muito as coisas. Tudo, todos.


Mesmo que eu tente esconder,
mesmo que eu tente não me mostrar.
Mesmo que eu disfarce. Eu sinto tudo demais.
 E é por isso que às vezes as coisas doem tanto.
  
Fernanda Mello

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Sinto dizer:


Desapontar pessoas
 faz tão parte da vida quanto tomar café. 
Leio e releio esta frase e engulo seco. 
Minha alma está de dieta. 
Não cabe em mim o peso de mais uma cara amarrada. 
Decepções não acontecem porque deixamos 
de fazer alguma coisa para alguém 
ou porque não somos 
como a imagem que projetaram de nós. 
A verdade é que as pessoas (nas quais me incluo)
não sabem o que querem de si mesmas
e jogam suas frustrações nas costas do outro.
Em cima de alguém que obrigatoriamente
deveria ter a resposta.
 Mentira minha? Não creio. 
E não há resposta na última página, 
sua verdade não está em ninguém 
(a não ser em você mesma),
 a decepção te engole, 
a culpa inflama, 
dias e noites são perdidos
por emoções não conferidas no guichê. 
Vamos simplificar?
 Pegue a senha e aguarde.
Pessoas sempre se decepcionarão com você. 
Pessoas sempre se apaixonarão por você. 
O importante é: 
não permita nunca que VOCÊ se decepcione,
pois só VOCÊ tem o poder de fazer isso.

Fernanda Mello

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Descobri que gosto mesmo é do tal amor.

Da paixão não.


Depois de anos escrevendo sobre
ter alguém que me tire o chão,
 que me roube o ar,
venho humildemente me retificar.
Eu quero alguém que divida o chão comigo.
Quero alguém que me traga fôlego, entenderam?

(Fernanda Mello in “Amar é Punk”)

quinta-feira, 28 de março de 2013

Eu não sou o que eu escrevo.


Ou, em outras palavras, nada me deixa mais invocada
quando alguém me cita para mim mesma. 
E me cobra que eu aja conforme meus textos. 
Eu sou gente. Não um livro.
E não estou impressa, muito menos editada. 
Eu mudo todo dia e o texto de ontem 
pode estar (para mim) ultrapassado no mês seguinte.

O que eu sinto + 
o que eu vejo por aí + 
o que alguém conta + 
um quilômetro de imaginação + 
um tanto de inspiração/transpiração = um texto. 

Portanto, eu sou uma pequena parcela 
no que eu escrevo: às vezes não tão boa. 
Às vezes, muito melhor.

Fernanda Mello

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Que bons ventos tragam novos ares!



Que a peleja sirva de aprendizado.
E que a gente não deixe de ser GRATA nunca.
 Amém.

Fernanda Mello

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Todo mundo tem seus sagrados.


Seus segredos.
Seus mistérios.
E é bom que eles sejam preservados.
Por isso, preserve-se.
Preserve-os.
E saiba a hora certa de se calar porque –
convenhamos –
a gente tem dois ouvidos e uma só boca não é à toa.

Fernanda Mello