A respeitar a imagem que vê refletida no espelho,
a tolerar as imperfeições que começam a surgir,
a transformar as singularidades do seu corpo
em características charmosas.
Você aprende a respeitar a necessidade de ficar sozinho,
de não ser perfeito o tempo todo,
de chutar o balde de vez em quando.
Você descobre o que é da sua natureza,
do seu feitio, do seu agrado.
E consegue lidar bem com isso,
sem a necessidade de se justificar por ser quem é.
Fabíola Simões

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