terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Ah, como eu queria que o vento levasse nossas asperezas...

Nossos ruídos, nossas palavras duras.


E que nosso coração não empilhasse 
uma mágoa em cima da outra. 
E que a gente cicatrizasse rápido.
E que as cicatrizes se transformassem em marcas bonitas.

Clarissa Corrêa 



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