segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas...

Elas têm que refletir o que a gente é.


Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho:
ninguém é o mesmo para sempre. 
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar,
e não para anular 
a vivência do caminho anteriormente percorrido. 
A estrada é longa e o tempo é curto.

Martha Medeiros

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