Elas têm que refletir o que a gente é.
Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho:
ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar,
e não para anular
a vivência do caminho anteriormente percorrido.
A estrada é longa e o tempo é curto.
Martha Medeiros

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