Não estou, no momento, disposta a abraçar espinhos.
Daqui por diante padeço
de uma necessária fonte de autopreservação.
Troquei as rosas pelas margaridas.
Duram mais, significam alegria e não têm espinhos.
Já investi muitíssimo.
Agora, decidi que não quero educar adultos.
Para mim só relações igualitárias
de troca e afetividade mútua.
Cláudia Dornelles
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