Mas será que devemos querer tudo?
Onde foi parar nosso critério de seleção?
Já não sabemos distinguir o que é prioridade
e o que pode ficar em segundo plano:
tudo virou prioridade.
E só uma mulher supersônica
consegue ter eficiência absoluta em todos os quesitos:
melhor mãe, melhor amiga, melhor filha,
melhor namorada, melhor esposa, melhor profissional,
melhor dona de casa e melhor bunda.
É morte por exaustão na certa.

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