segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Claro que as mulheres podem tudo, está sacramentado.

Mas será que devemos querer tudo? 
Onde foi parar nosso critério de seleção? 
Já não sabemos distinguir o que é prioridade
e o que pode ficar em segundo plano: 
tudo virou prioridade. 

E só uma mulher supersônica 
consegue ter eficiência absoluta em todos os quesitos: 
melhor mãe, melhor amiga, melhor filha, 
melhor namorada, melhor esposa, melhor profissional, 
melhor dona de casa e melhor bunda.


É morte por exaustão na certa.

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