Pequenas cicatrizes, uma chuva de dúvidas,
uma imensidão de escolhas, como todo mundo.
Não tenho nada de extraordinário ou de estapafúrdio.
Sou uma pessoa que procura viver a vida
com alguma esperança e que entende que não é possível
carregar o mundo e as pessoas nas costas.
Me carregar já é difícil,
mas faço o que está ao meu alcance
para auxiliar quem me rodeia.
Nem sempre consigo,
mas vou morrer tentando deixar algo bom...
Clarissa Corrêa

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