segunda-feira, 21 de julho de 2014

Eu não sou de forçar nada.


Sou assim mesmo. 
Quieta no meu canto. 
Calada!
O máximo que terão de mim,
 são as poucas palavras escritas.
Não sou de ir atrás, de fazer perguntas.
Sou de observar. 
Jamais de curiar. 
Pois há diferença.
O observador apenas observa sem nada dizer.
Já o curioso, tudo quer ver
 e tudo quer saber quanto ao que viu.
Até mesmo o que não viu, 
ele imagina e ainda quer saber, viu?!
Acredito e sou adepta do respeito mútuo.
E você pode ter certeza de que a tua privacidade, 
eu jamais irei invadir.
Só peço o mesmo como retorno.
 Uma coisa nessa vida eu aprendi.
A nunca me basear pelo o que o outro fala.
Pois tenha certeza que ninguém vai lhe deixar saber, 
aquilo que não interessa à você.
Sou dos que amam de longe, cuidam de longe.
E se precisar de mim, sempre estarei a postos.
E mesmo que eu sinta que alguém precise
e não fala nada, se mantem calada(o), 
o que faço? 
eu simplesmente oro por ela(e).
Pois talvez ela(e) já tenha em mente, que Deus,
esse sim, é o melhor confidente.

Laura Méllo

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