segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Talvez eu nunca tenha sentido as coisas assim...

Tão genuinamente:
 a raiva,
 o amor, 
a alegria,
 a tristeza,
a ansiedade,
 o afeto.


Minhas emoções têm emergido sem qualquer filtro,
 sem qualquer disfarce e, pela primeira vez,
eu me permito ficar com elas dando a cada uma
 a importância que me pedem,
porque elas não me governam, são apenas emoções,
são a minha transparência...

 Marla de Queiroz

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